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A DEFESA DOS DIREITOS DOS ANIMAIS DENTRO DA LUA NOVA EM CAPRICÓRNIO.

Violência e justiça na lua nova em Capricórnio.


Durante o período de vigência da Lua Nova em Capricórnio, entre 18 de janeiro de 2026 e 17 de fevereiro de 2026, observou-se uma mobilização social em torno do direito à vida dos animais de estimação. A morte de um cachorro assistenciado coletivamente por moradores de uma comunidade local gerou comoção em todo o país e mobilizou a população em busca de justiça. Diante desse cenário, surge uma questão central: sob as configurações dessa Lua Nova, essa busca por justiça encontrava viabilidade? A lunação em Capricórnio oferece diretrizes para a compreensão desse momento coletivo, apontando caminhos, limites e tensões que ajudam a interpretar o caso, como será desenvolvido ao longo deste artigo.


Mapa da Lua Nova em Capricórnio levantado em Brasília.
Mapa da Lua Nova em Capricórnio levantado em Brasília.

Tratando-se de um evento de proporção nacional, é pertinente levantar o mapa da Lua Nova para Brasília, a fim de observar os contextos gerais envolvidos. Logo de início, é importante considerar que a lunação ocorreu aos 28°44 de Capricórnio, em seu limite com Aquário, signo para o qual seguiria após esse ciclo. Essa transição entre dois signos regidos por Saturno aponta para um movimento que prioriza o contato com a realidade, com regras e estruturas, antes da busca por legitimação coletiva. A lunação também ativou Marte, Mercúrio, Vênus e Plutão na casa 8 do mapa de Brasília, um setor tradicionalmente associado a temas de morte, violência e perdas, além da circulação de informações relacionadas a esses assuntos nos meios de comunicação e do fascínio e da satisfação gerados pelo poder e pelo controle. O ponto da lunação, por sua vez, formava aspectos favoráveis tanto com a conjunção entre Saturno e Netuno na casa 9 quanto com Urano na casa 11, reforçando discussões ligadas às leis, aos princípios do que é considerado correto e justo, bem como à mobilização coletiva motivada por solidariedade e empatia.

Em relação aos animais de pequeno porte, ou animais de estimação, é relevante também analisar a casa 6. No mapa da lunação levantado para Brasília, seu regente é Júpiter, exaltado em Câncer e posicionado na casa 1, o que reforça a importância, a potência e a centralidade desse tema no contexto coletivo. Observa-se, porém, que Júpiter se encontrava em tensão com o ponto da lunação e com Marte, indicando a intensificação de episódios de violência contra animais. Além disso, a tensão com Mercúrio sugere dispersão e ruído nos meios de comunicação, com circulação de notícias parciais, excesso de informações e propostas de solução pouco efetivas.

Composição do mapa do Brasil-independência com o mapa da lunação em Capricórnio.
Composição do mapa do Brasil-independência com o mapa da lunação em Capricórnio.

Também é possível analisar a relação entre o mapa do Brasil levantado para o momento de sua Independência e o mapa da lunação em Capricórnio, o que oferece direcionamentos mais específicos para a compreensão do tema no contexto nacional. Observa-se que o ponto da lunação, localizado na casa 12, estabelecia aspectos favoráveis com Plutão na casa 2 e com Mercúrio na casa 8 do mapa do Brasil, enquanto se encontrava em condição desfavorável em relação a Marte na casa 9. Esse arranjo indica o risco de que a busca por justiça em casos envolvendo animais seja deslocada para o campo da especulação midiática, marcada por informações distorcidas ou incompletas, ao mesmo tempo em que se mantém um cenário de impunidade associado a relações de poder e concentração de recursos. Cabe lembrar que os envolvidos no caso do assassinato do cachorro comunitário pertenciam a um estrato social privilegiado, inserido em dinâmicas que reforçam a concentração de riqueza no país.

Podemos analisar a casa 6, associada aos animais de pequeno porte, no mapa do Brasil-Independência. Nessa configuração, observa-se a regência da Lua em Gêmeos em conjunção com Júpiter em Gêmeos, posicionados na casa 4. Esse arranjo favorece a familiaridade e a proximidade afetiva que se estabelece com os animais de estimação, muitas vezes integrados à dinâmica familiar. Por outro lado, a conjunção com um Júpiter exilado em Gêmeos indica limitações na elaboração e na consolidação de leis voltadas à proteção animal. A Lua do Brasil, ao receber a conjunção de Urano proveniente da lunação e aspectos favoráveis de Vênus e Plutão, sinaliza insatisfação e um desejo de mudança, muitas vezes expresso de forma disruptiva, na maneira como esses animais são tratados, ao mesmo tempo em que reforça o vínculo afetivo e a intenção de transformar essa questão em algo mais consistente e duradouro.

A partir dessa análise da lunação em Capricórnio, observa-se que a efetivação da justiça em favor da vida dos animais mostra-se pouco provável de ocorrer de forma espontânea, especialmente se depender exclusivamente das estruturas da justiça brasileira. Nesse contexto, a mobilização coletiva torna-se fundamental, desde que orientada por um objetivo comum e livre de dispersões, interesses comerciais ou estratégias de autopromoção. A objetividade se revela essencial: as reivindicações precisam ser coerentes, fundamentadas e alinhadas às regras vigentes, para que a insatisfação social ultrapasse o campo simbólico e se converta em ações concretas que gerem benefícios reais tanto para os animais quanto para a sociedade.


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